• Mudança comportamental
• Dietas
• Atividades Físicas
• Fármacos
• Cirurgia - Critérios definidos:
– Presença de 45 Kg ou 100% acima do peso ideal
– Um ou mais distúrbios médicos relacionados com a obesidade refratária
– Falhas repetidas de outras abordagens terapêuticas
– Presença do nível de peso exigido há 3 a 5 anos
– Capacidade de tolerar bem a cirurgia
– Ausência de etilismo, outros vícios ou psicopatologias importantes
– Autorização prévia de um psiquiatra
Fonte: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/obesidade-infantil.htm
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Reeducação Alimentar
A reeducação alimentar é muito importante para redução do peso corporal, ela deve ser orientada por um profissional qualificado, o nutricionista. Ele poderá calcular sua dieta hipocalórica na qual a necessidade e objetivo pessoal será levado em conta. Assim como ele poderá adequar esta nova dieta aos gastos calóricos relacionados as atividades físicas realizadas. Geralmente são divididas em 5 a 6 refeições diárias de valor calórico específico para cada etapa do dia e do processo de reeducação em que se encontre o paciente. Dietas milagrosas, com reduções drásticas de calorias, menores de 800 calorias, por exemplo, são altamente arriscadas e podem acarretar riscos metabólicos graves, acidoses, arritmias cardíacas, etc. A melhor forma de readequar a alimentação é fazer isto de forma gradativa e acompanhada, pois a intenção é melhorar a saúde e não gerar outro problema.
Alguns problemas médicos que podem surgir com a obesidade:
Diabetes
Hipertensão arterial sistêmica
Lesões de ossos e articulações
Artrite degenerativa
Colecistite calculosa – calculo na vesícula biliar
Varizes e úlceras varicosas
Hemorróidas
Apnéia do sono
Dispnéia e cansaço – dificuldade para respirar
Ronco
Angina e infarto
AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Câncer de ovário, mama, útero, próstata, vesícula biliar e cólon
Hipertensão arterial sistêmica
Lesões de ossos e articulações
Artrite degenerativa
Colecistite calculosa – calculo na vesícula biliar
Varizes e úlceras varicosas
Hemorróidas
Apnéia do sono
Dispnéia e cansaço – dificuldade para respirar
Ronco
Angina e infarto
AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Câncer de ovário, mama, útero, próstata, vesícula biliar e cólon
Alguns Números sobre a Obesidade na Adolescência
Crianças e Adolescentes obesos são adultos obesos em potencial. A incidência de obesidade na infância e adolescência está, na maioria das vezes, ligada à genética. O tratamento da obesidade para os jovens deve ser feita em conjunto com os pais. Distúrbios metabólicos importantes podem ocorrer nestes adolescentes. Um estudo entre adolescentes do Rio de Janeiro, por pesquisadores do UFRJ demonstraram que a pressão arterial, a taxa de triglicérides e ácido úrico sanguíneos estão aumentados nos adolescentes obesos, assim como a presença de Acanthosis nigricans, que é uma lesão dermatológica que parece estar relacionada à resistência à insulina (diabetes). Na obesidade também temos diminuídas as taxas de HDL-colesterol (o bom colesterol) no sangue. Para considerar a obesidade é necessário o cálculo do Índice de Massa Corporal, que se dá dividindo-se o peso (Kg) pelo quadrado da altura (m2). São considerados obesos os que obtverem resultados acima do percentil 90 (18). A maior preocupação dos adolescentes que buscavam o programa para diminuição da obesidade era a saúde e não, como outros estudos anteriores mostravam, apenas o fator estético. O que pode demonstrar que a consciência de que a obesidade seja um problema de saúde esteja aumentando. Isto pode levar a um maior interesse e adesão aos tratamentos e ser significativo para a diminuição desta realidade no futuro. Já que nas últimas décadas o percentual populacional de pessoas obesas em países em desenvolvimento tem aumentado. Muitos dos jovens pesquisados já haviam participados de outros grupos de ajuda ou se submetido a outros tratamentos relacionados sem obtenção do resultado esperado. A prevenção ainda é o melhor caminho, e garantir, na infância uma dieta saudável e balanceada é muito importante. Além disto, a família deve estar inserida num contexto de vida saudável, ou seja, estimular atividades físicas, o bom convívio entre os familiares, para que esta criança sinta-se segura e sua auto-estima possa auxiliá-la na sua adolescência e vida adulta. As atividades físicas, além de auxiliar no gasto calórico, atua também na diminuição do apetite, aumento da ação da insulina, melhora o perfil das gorduras e aumenta a sensação de bem-estar e auto-estima.
fonte: CARNEIRO, João R.I. et al . Obesidade na adolescência: fator de risco para complicações clínico-metabólicas. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, v. 44, n. 5, Oct. 2000 . Available from. access on 10 Nov. 2009. doi: 10.1590/S0004-27302000000500005.
fonte: CARNEIRO, João R.I. et al . Obesidade na adolescência: fator de risco para complicações clínico-metabólicas. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, v. 44, n. 5, Oct. 2000 . Available from
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Início das atividades.
Olá, estamos iniciando nosso projeto, para saber um pouco mais sobre obesidade na adolescência clique no link e assista um vídeo sobre o assunto
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